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  • Paulo Souza

Um convite para abençoar o Brasil

O Corpo de Cristo na terra é um dos maiores mistérios que se pode contemplar. É uma multidão de pessoas espalhadas por todos os continentes, e por isso, vivendo as mais diversas culturas e formas de compreender a revelação bíblica. Além disso, dentro de cada nação, esta mesma Igreja se divide em inúmeras denominações. Essas, por sua vez, são constituídas e dirigidas por lideranças que acreditam ter a melhor placa, o melhor prédio, a melhor doutrina (leia-se usos e costumes), o melhor pregador, o melhor grupo de louvor, o melhor e mais numeroso povo, etc. É claro que isso não é saudável para a Igreja de Cristo e logo tudo isso será resolvido, pois toda casa ou reino dividido, não pode prosperar (Mt 12:25). Mas enquanto a solução para essa situação não é aplicada, o Senhor da Igreja consegue liberar seu ensino e por meio de seu Espírito, convence o seu povo quanto a que caminho deve seguir.


É exatamente essa a situação em relação à comemoração ou não do 4º Jubileu do Brasil. Será que uma instrução dada para ser observada por Israel, há mais de três mil e quinhentos anos (Lv 25:8-13), deve mesmo ser aplicada a uma nação gentílica nos dias de hoje? Haveria algum sentido nisso?


Certamente haverá aqueles que enfaticamente, pronunciarão um alto e sonoro “NÃO”. Dirão que isso é coisa da lei dos judeus, para judeus e que se nem eles observam mais estas coisas com dedicação plena, por que nós deveríamos fazê-lo? Afinal, o Novo Testamento é claro em dizer que no Antigo, tínhamos apenas sombras do que se cumpre em Cristo (Cl 2:17; Hb 10:1). Tendo o Messias se manifestado, já não precisamos estar sujeitos à estas ordenanças. E é verdade. No amor ensinado por Cristo, se cumpre toda a lei. No entanto, não podemos esquecer os princípios envolvidos nos ensinos dados a Israel. Com base neste mesmo amor que Jesus nos ensinou, é que a lei diz “não tenha outros deuses diante de mim”; “não faça para ti nenhum ídolo...”; "não tome seu santo nome em vão"; “lembre-se do sábado...porque o Senhor o santificou”; “honre pai e mãe...”; “não mate”; “não adultere”; “não furte”; “não dê falso testemunho” e “não cobice” (Ex 20:1-17). Tendo Jesus se manifestado e cumprido toda a lei, poderíamos agora ignorar estas instruções e passar a idolatrar, matar, roubar, etc.? Claro que não! Isso nos ajuda a entender que Cristo cumpriu a lei no sentido de tê-la observado plenamente. Com isso, não estava dispensando os demais de continuarem observando os bons princípios contidos na lei de seu Pai e que expressam o amor de Deus, para com Ele próprio e para com todos os homens.


Além disso, não podemos esquecer que o Messias veio primeiramente aos judeus, pois este era o seu povo e as ovelhas perdidas da casa de Israel. Infelizmente, eles não o reconheceram (Jo 1:11). Como resultado disso, nós, os não judeus, fomos alcançados por sua graça (Jo 1:12). Se o mais caro presente dado por Deus a Israel, que é o próprio Cristo, pôde ser compartilhado conosco, por que não o poderiam também os outros privilégios, que são muito menores? Até porque, as Festas, os Anos Sabáticos e o Jubileu, são ensaios da manifestação do Reino de Deus. Ao observarmos estes eventos, de forma não ritualística ou litúrgica, mas atentando para o que o Senhor quer nos ensinar com eles, podemos ativar um novo nível de fé e esperança. Isso levará todos quantos se envolverem nesse processo, a voltarem para o Senhor, dando cada vez maior liberdade para a operação de seu Espírito em nossos dias.


É por isso que desde o dia 08 de julho de 2020, nós que compomos o Ouviram do Ipiranga, estamos consagrando sete semanas ao nosso Deus. Dentro desse período, realizamos a abstinência de alimentos sólidos e líquidos (conforme as condições físicas e de saúde de cada um), às quartas, quintas e sextas. Nestes mesmos dias realizamos uma live de oração, com a participação dos intercessores do Ouviram do Ipiranga. Por acreditarmos que Deus quer que vivamos o nosso Jubileu, estamos gerando esse período, através do jejum e da oração.


Mesmo que você não esteja disponível para participar do jejum nestes dias, desejamos te convidar á assistir as lives e se envolver nesse ambiente de preparação do 4º Jubileu da nação brasileira. Num tempo de desesperança e incerteza como esse, cremos que a mensagem do Jubileu é um refrigério e uma oportunidade de recomeçarmos com o nosso Deus. Podemos consertar nossa vida com Ele em arrependimento e recebermos sua presença de uma maneira totalmente nova, dando ao Senhor a glória devida ao seu Nome.


O ano de 2022 está logo aí. O mês de setembro logo chegará, trazendo a data em que vamos comemorar os duzentos anos da independência do Brasil. Que tal agradecermos ao Grande Rei, preparando um Brasil melhor para Ele? Que tal realizarmos uma festa de louvor e adoração, que envolva o Brasil de norte a sul e de leste a oeste, chamando cada bairro, cidade, estado e região da nossa terra, para engrandecer o Deus Vivo e receber uma especial visitação do Rei dos reis?


Medite nessas coisas e aceite o desafio. Convidamos-te a estar conosco.

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